Super infográfico sobre a cena eletrônica brasileira

Em 2014, o mercado da música eletrônica no Brasil esteve em seu auge em termos de crescimento de público e faturamento. A indústria arrecadou 3 bilhões de reais e tivemos 28 milhões de pessoas indo a eventos e festivais eletrônicos no país. Já em 2015 a crise veio, e veio forte. O setor de entretenimento foi bastante afetado. As classes B e C perderam poder de compra e a alta do dolár levou à uma queda acentuada nos valores pagos de cachê e patrocínio.

Apesar de tudo, o momento que passamos é bom. A cena se manteve em desenvolvimento e amadurecimento. Os artistas brasileiros se profissionalizaram mais e foram valorizados. Clubes, festas e festivais foram forçados a aumentar o nível, pois o brasileiro está mais seletivo e cauteloso. E a música eletrônica é mais popular do que nunca entre os milhares de jovens espalhados pelo país. Confira nosso artigo em que detalhamos esse cenário com a ajuda de Felippe Senne e Ilan Kriger.

Note, entretanto, que as mulheres DJs estão faltando.

Voltando aos números, preparamos infográficos com informações retiradas dos anuários do Rio Music Conference. Incluímos também dados do Censo DJ Brasil — o primeiro levantamento completo da indústria da música eletrônica brasileira.

infografico com dados do mercado da musica eletronica no brasil

infografico com perfil do dj brasileiro
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